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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

4º Feira da Produção Artesanal - Prove Capão

Acontece nos dias 10 à 18 de dezembro de 2011, junto ao Ginásio de Esportes Otto Birlem, a exposição e comercialização das entidades de artesãos, pescadores, apicultores e da agricultura familiar no município.

O Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano juntamente com o Secretário da Cidadania, Trabalho e Ação Comunitária, Daniel Schwanck, definiu a realização do PROVE CAPÃO, n mês de dezembro, dando o iniciou da temporada de veraneio 2011/2012, aonde a cidade estará realizando uma programação festiva natalina, frente a Casa de Cultura Érico Veríssimo, aonde está montada a Vila Encantada ,e a programação do de final de ano.

Conforme o secretário Daniel Schwanck, está será a 4ª edição do Prove Capão, uma realização da Administração Cidadã, consolidando uma mostra tipicamente local e dando oportunidade de geração de renda para os micros e pequenos empresários, pois oportuniza negócios e divulga o que Capão tem de melhor!

Prove Capão é uma feira onde a diversidade, e a qualidade da produção artesanal são os atores principais. Em um único ambiente as mais diversas formas de produção se encontram, mostrando a importância da Economia Solidária e estimulando uma perspectiva concreta de trabalho e renda. 

Qualidade e Criatividade se encontram no 4º Prove Capão: artesanato, decoração, têxtil, gastronomia típica e produtos caseiros derivados da agricultura familiar e de associações de pescadores e apicultores do município e da região.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Problemas ambientais do RS serão levados à Cúpula dos Povos da Rio+20

A Comissão de Saúde e Meio Ambiente realizou, nesta segunda-feira (21), audiência pública preparatória para a Rio+20. A Conferência marca o 20º aniversário da Rio 92 (ou Eco 92). Na Rio+20 será feito um balanço do ciclo de conferências da ONU, iniciado com a Rio 92, incluindo conferências sobre população, direitos humanos, mulheres, desenvolvimento social e a agenda urbana. Além disso, em 2012 o Protocolo de Kyoto terá chegado ao seu limite de vigência. A Rio + 20 se propõe a debater três questões: avaliação do cumprimento dos compromissos acordados na Rio 92, economia verde e arquitetura institucional para o desenvolvimento sustentável.

A audiência foi conduzida pela deputada Marisa Formolo, presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente, que abriu o encontro explicando que “o processo de deterioração acelerada dos recursos naturais e do próprio planeta acaba gerando várias crises que colocam o futuro da humanidade em perigo, e nós, da Comissão de Saúde, vamos ser protagonistas neste debate”. Marisa observou que o objetivo da audiência é levantar um conjunto de temas que afetam o meio ambiente gaúcho e condensá-los em um documento a ser entregue na Cúpula dos Povos da Rio +20.  

Relatos de Violações dos Direitos Ambientais e Sociais
Representando o povo das Ilhas do Guaíba e dos galpões de reciclagem, o Ir. Antônio Cecchin tratou da grave situação do lixo no mundo e a atuação dos catadores e recicladores. Cecchin explicou que a produção de lixo cresce seis vezes mais do que a população e que, neste ritmo, “o lixo vai inviabilizar a sociedade humana”. Ele informou que existem 1,5 milhão de catadores no Brasil, responsáveis por 98% da reciclagem de lixo e que apenas 2% são reciclados pelas políticas de coleta seletiva do poder público. Cecchin destacou a importância dos catadores na preservação ambiental “os catadores são os profetas do meio ambiente porque através das ações de redução da poluição, reutilização e reciclagem eles minimizam a destruição da natureza”. Ele criticou os municípios que adotam a incineração do lixo, pleiteou apoio às organizações de catadores e sugeriu o aproveitamento de prédios públicos desocupados ou abandonados como centrais para os catadores.

Isaura Conte do Movimento das Mulheres Camponesas criticou o agronegócio que, segundo ela, “possui uma dívida impagável com o planeta, gerada pelo desmatamento e pela utilização de agrotóxicos, eles esquecem que a natureza é de todos”. Isaura destacou que a Rio+20 deve se concretizar com os países cumprindo os itens acordados e criticou as alterações do novo Código Florestal. Ela concluiu dizendo que “o capitalismo verde não serve, quem destrói o planeta não pode vender créditos de carbono”.

Ronaldo Schäffer abordou a luta pela preservação do Morro Santa Tereza, representando a Associação dos Moradores do Morro. Ele relatou que em dezembro de 2009 começaram movimentos para a desocupação do Morro Santa Tereza e que o terreno seria vendido por preço muito abaixo do mercado, mesmo existindo uma área de proteção ambiental no local. Ele concluiu dizendo que a organização da sociedade barrou a venda do terreno da Fase e defendeu que a sociedade se organize para enfrentar a destruição capitalista.

Ronaldo Souza, do Movimento em Defesa do Parque Náutico e da Lagoa dos Quadros, fez uma explanação sobre as denúncias de irregularidades na construção dos loteamentos e condomínios horizontais no Litoral Norte. Ele salientou que “a transformação urbana dos espaços vai retirando da comunidade a vegetação natural e privatizando os espaços públicos”. Ronaldo observou que o plano diretor de Capão da Canoa é desrespeitado pelos condomínios.

 
Valdomiro Hoffmann, do Fórum de Pesca do Litoral Norte, trouxe relato do Movimento dos Pescadores Artesanais. Valdomiro disse que os pescadores artesanais são impedidos de trabalhar pelos empreendimentos que fecham o acesso às margens de lagoas, rios e mar.

Pela Organização da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, Daniele Barbosa discorreu sobre o uso de agrotóxicos, que violam o direito ao ambiente saudável. Ela observou que “o trabalho com agrotóxicos possibilita a ingestão acidental causando intoxicações nos trabalhadores, que consomem veneno diariamente sem conhecimento”. Segundo Daniele os lençóis freáticos estão contaminados e até mesmo o leite materno é afetado. Ela denunciou que não há fiscalização do uso de agrotóxicos e que existe uma dependência grande dos agricultores com as empresas produtoras.

O promotor de justiça do MPE, Rodrigo Schoeller de Moraes, questionou “o que quer a sociedade crescimento ou desenvolvimento? E a que custo?” Rodrigo fez um paralelo com o crescimento chinês, que se fortaleceu economicamente, mas de forma predadora e insustentável.

Mauri Cruz da Abong disse que na Eco92 houve a instituição da Agenda 21, da preocupação com o aquecimento global e do consumo desenfreado. Ele salientou que as políticas atuais “são de crescimento sob o ponto de vista econômico, medido pelo aumento do consumo, e não pela qualidade de vida”. Mauri propôs o reconhecimento da riqueza dentro dos modelos de vida dos povos tradicionais, e não pelo acúmulo de capital. Disse que a economia verde é uma forma dissimulada de realimentar o insustentável modelo capitalista, e que o mundo deve modificar radicalmente seu padrão de consumo.

Arlete Pasqualetto, da Fundação Zoobotânica, informou que o governo estadual está criando uma lei de resíduos sólidos com base na lei federal e que a FZB busca projetos para aplicar na prática o conceito de desenvolvimento sustentável. Falou que está em análise a criação de indenização por preservação ambiental, abordou o Bioma Pampa e os desertos verdes, e também a busca pelo regramento da silvicultura, evitando uma conversão do bioma.

Encaminhamentos
Ao final da audiência pública, a deputada Marisa Formolo definiu os seguintes encaminhamentos: 1) Criação de um comitê organizador para as ações da Rio +20, formado pelas instâncias de Estado, a Famurs, MPE, Apedema, entidades da sociedade civil organizada e as instituições presentes que desejassem participar; 2) O Comitê se integraria à Organização do FSM, para levar as questões debatidas na audiência pública à pauta de discussões do Fórum; 3) A proposta também será levada ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social para estudo; 4) Levar a discussão da Emenda 164 do novo Código Florestal Brasileiro ao FSM; 5) Em relação ao Código Brasileiro de Mineração, a criação de uma figura similar a do agricultor familiar para os pequenos basalteiros; 6) Moção contrária à aprovação da Emenda 164 do Novo Código Florestal, mantendo-se a diferenciação entre agronegócio e agricultura familiar.

fonte: al.rs.gov.br

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Beira-mar, vai ficar boa, mas pode melhorar....

Palmeiras são plantadas no calçadão à beira-mar de Capão da Canoa

Os amantes da caminhada estão sendo presenteados com belas palmeiras que vem sendo plantadas em vários trechos do calçadão de Capão da Canoa.
Deixando a beira-mar mais bela. “Está ficando muito bonito. Torço para que peguem todas. A beira-mar está precisando”, disse Luis Raupp, veranista de Passo Fundo. (fonte: jornal Matéria de Capa)

Durante este mês em visita de trabalho a Maceió, nós, da Direção do Sindiágua/RS, logicamente prestamos atenção no que as praias de lá oferecem aos seus turistas. Claro que tem a parte da água transparente e quente sempre, e isto é natural e sem grande solução para nós, mas o que observamos foi a parte que os governantes têm que tocar, que é o entorno da praia. Tem calçadão, com diversos quiosques, campos de futebol, ciclovia, etc., mas o que chama mais a atenção são as árvores à beira mar.
 
Estivemos nesta semana andando pela beira-mar de Capão da Canoa e notamos com muita alegria o plantio de árvores junto ao calçadão, numa clara tentativa de proporcionar um pouco mais de conforto aos nossos visitantes a partir do verão, claro que sabemos que não teremos sombra farta neste ano, mas como disse Lutero: "Seu soubesse que morreria amanhã, plantaria uma árvore hoje'' e é isto que Capão está fazendo, garantindo que num futuro próximo tenhamos conforto à beira-mar com um pouquinho de sombra, pelo menos.
Já temos o exemplo do espaço onde temos um Chafariz próximo a Boianowski, que um empresário, claro que para valorizar seu empreendimento, revitalizou e ficou bonito. Se todos os empresários e comunidade não esperassem tanto do poder público certamente nossa cidade já estaria em outro patamar de desenvolvimento e não estaria crescendo apenas, pois como já disse neste blog, cresce até as células cancerígenas crescem.
Que bom que estamos acordando para uma nova realidade e proporcionando um pouco mais do que apenas sol, areia e água salgada. Oba podemos sonhar com sombra e embelezamento da beira mar.


Arilson Wunsch 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Mais de R$ 40 milhões são liberados para o saneamento básico em Capão da Canoa

O processo seletivo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC II), Grupo 3, para municípios com população inferior a 50 mil habitantes, divulgou o resultado final com os empreendimentos selecionados no Rio Grande do Sul, nesta segunda-feira (7).

A lista abrange, sobretudo, obras de saneamento, em 11 municípios: Capão da Canoa, Carlos Barbosa, Horizontina, Imbé, Nova Petrópolis, Nova Prata, Soledade, Torres, Tramandaí, Três Coroas e Xangri-lá. As prefeituras vão dividir um total de R$ 235,2 milhões - cerca de 20% do total distribuído em todo o Brasil, de R$ 1,1 bilhão.

Os projetos foram elaborados pela Secretaria de Estado de Habitação e Saneamento, em conjunto com a Corsan e as prefeituras. O maior valor foi destinado a Capão da Canoa, que com R$ 43,3 milhões vai ampliar o serviço de abastecimento de água da cidade, que é integrado com Xangri-lá.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Arroio da Pescaria - VIVA

Finalmente depois de muitos anos de espera o popular Valão ganha uma calçada em torno de si e fica com ares de civilização, depois de pelo menos 17 anos, torna-se agradável e até desfrutável e 'caminhável' pois com esta calçada que está sendo construída ao redor dele, poderemos, ou já podemos dar aquela caminhadinha ao final da tarde para 'desestressar' um pouco desta vida agitadíssima que levamos todos os dias.

Eu falo em pelo menos 17 anos, pois quando entrei nesta cidade(e não me arrependo e se Deus quiser não saio mais), já se falava que havia vindo verba para a urbanização do 'valo', e a cada eleição eu escutava, que vamos fazer isto e aquilo do nosso valo, e o que eu via naquele tempo era muito esgoto derramado nele e a mais profunda falta de respeito com a natureza, além do depósito de lixo que era e em certos trechos ainda é, e não é porque estão construindo uma calçada que melhorou da noite pro dia, mas que está ficando mais bonito, ah, sem dúvida está! Sem falar que com a rua mais bonita, as pessoas sentem-se motivadas para cultivarem seus jardins tornando a cidade ainda mais bonita, pois em algumas ruas a primavera já deixa a cidade mais florida e perfumada dando ares de limpeza e bem estar, quem ganha com isto certamente é a população.

Não sei de onde vem a verba e se tem problemas de execução, penso que deva ter, outro dia percebi comentários sobre cadeirantes em dias de chuva, ainda é hora de consertar antes de inaugurar. 

Já pensaram, a tarde, uma caminhada ao longo do 'Valão' ou ainda um chimarrão... etc., e com as obras de esgoto andando a mil pela cidade, logo nem esgoto mais teremos no nosso arroio. 

QUE BELEZA, uma obra para ficar, basta agora a população cuidar do que é nosso!
Bem, o que ainda falta nesta avenida, e não é difícil de fazer, é uma ciclovia. Prefeito pense nisto!

Arilson Wunsch 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Avenida Rudá é importante para a cidade

Ao longo destes anos que moro em Capão da Canoa, tenho uma simpatia especial pela avenida Rudá, talvez porque quando aqui cheguei ela era pavimentada somente num lado até onde hoje é o Chatô, pois daí adiante, só areia e carro somente do lado de lá. Sim, do lado esquerdo de quem para o bairro, viu que chique antes era vila agora bairro, inciei minha trajetória em Capão trabalhando no laboratório da ETE, Estação de Tratamento de Esgoto da Corsan, no final da Rudá. Minha primeira morada na rua 25, próximo à Rudá lado norte, depois rua 26 lado sul, e agora rua 23 lado norte, embaralhou? Talvez, mas nem tanto. É bom lembrar que sempre perto da Rudá.

Mas voltando ao assunto, mas que assunto mesmo, ah, sim da romântica avenida, percebo que o crescimento em torno da Rudá é muito grande, com muitas obras, comércio, mercadão, escola, farmácia, etc. Viram? A Rudá tem tudo e quem mora no bairro São Jorge tem quase tudo por aqui
Mas, sempre o mas, não? Pois é, falta passeio, calçada para o pedestre andar e olha que tem lugar, ainda tem coisa pior, os camaradas que constroem junto da avenida ocupam o que sobra de passeio para colocar os tapumes de suas obras, deixando o pedestre muitas vezes sem opção senão sair para o meio da rua, isto de dia até que passa, mas a noite coloca muitas vidas em jogo, pois a iluminação pública é muito fraca, é uma escuridão enorme e os motoristas em seus veículos sempre atrasados, parecem que querem flagrar alguma coisa ou ainda tirar o pai da forca, numa velocidade acima do normal e se o pedestre não se cuidar, atropelam. Sem contar nos dias de chuva, aí mesmo o caos se instala, temos que desviar dos tapumes, cuidar para não pisar na água, que é bastante, e ainda cuidar dos carros para não sermos atropelados. 

Ah, ia esquecendo, não falei das bicicletas, que, como já postado noutro comentário, são muitas na nossa cidade e não deixaria de ser na Rudá. Estas também atropelam e machucam as pessoas.
Quanto a iluminação pública, a falta dela também significa falta de segurança. Na última quinta-feira, um estabelecimento comercial foi vítima de assalto. Ao fechar para ir embora, o proprietário foi surpreendido por marginais que levaram o que ganhou no dia de trabalho, certamente se tivesse iluminação adequada talvez isto não aconteceria.

Por falar em segurança pública, será que temos brigadianos suficientes para a nossa demanda?
Sugestões para começar: a prefeitura deveria verificar por toda a cidade o espaço destinado aos pedestres se este está sendo respeitado; na nossa Rudá, faixas de segurança e se precisar quebra molas - olha que tenho veículo, mas o pedestre na nossa cidade é muito desrespeitado; ciclovia ao longo da avenida - é fácil fazer tem espaço então é usar a criatividade, nosso povo anda muito de bicicleta mas é  perigoso, ainda mais nesta época onde todos estão se preparando para a temporada, estamos todos com muita pressa; e, finalmente, uma iluminação que contemple, pois tem vazios de escuridão no nosso bairro muito perigosos para todos.

No futuro falaremos sobre os mesmos problemas, mas a avenida Flávio Boianowski, que seria uma válvula de escape do trânsito intenso da Rudá, está praticamente intransitável, enchendo a Rudá, uma das avenidas mais importantes da cidade.

Arilson Wunsch

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cidade Limpa: será?

Neste final de semana tirei um tempo e fui caminhar pela cidade, fui ''visitar'' minha dentista a pé, aliás, dentista em final de semana ninguém merece... mas voltando a caminhada pela cidade de Capão da Canoa, notamos que está mais limpa, mais bonita, as vitrines das lojas enfeitadas, muitas construções, e o colorido da cidade destacado, isto dá um pouco mais de vida e alegria. Olha, gostei do que vi, pelo menos pela parte mais central da cidade, uma outra visão. Em tempos passados tínhamos muito lixo espalhado, não que agora não tenha ou que está perfeito, não, mas está melhor, parece que no momento atual a coleta de lixo está em dia e porque não dizer que as pessoas, estão mais responsáveis com o meio ambiente e cuidando melhor dos seus lixos.

Por falar em construções, nossa cidade está tomada por construções. Outro dia estive num seminário e lembrei de nossa cidade, o palestrante fez uma reflexão sobre desenvolvimento e lá pelas tantas lascou: ''... crescer por crescer, até as células cancerígenas crescem e se multiplicam...'' pergunto a nós mesmos, será que estamos nos desenvolvendo ou apenas crescendo??? 

É o assunto que escuto por muito tempo por aqui e todos os políticos a cada eleição se manifestam sobre este assunto, mas como num toque de mágica esquecem muito rápido, parece que tem prazo de validade esta discussão. 

O futuro nos cobrará... aliás o presente já nos cobra. Quando tem um feriado prolongado ou um final de semana bom ou ainda no verão, nossa cidade transforma-se, as filas em todos os pontos comerciais são enormes, o trânsito um caos, calor pela tomada do asfalto por toda a cidade, vento mais forte pela canalização em prédios, enfim, muitas mudanças. Claro que nosso carro-chefe econômico é a construção civil, tenho muitos amigos que sobrevivem diretamente ou indiretamente dela, mas tenho certeza que ninguém quer 'matar' a cidade.

Arilson Wunsch